música para aquecer a alma

15.5.15
Querido blog,

Continuo a gostar de ti, ando afastada mas volto sempre. O trabalho tem sido muito, bem sabes, a vida do dia-a-dia exige concentração e foco, coisas a serem resolvidas.
Vem aí o sol e já só penso na Maura.
Mas o que fala mais alto hoje é a vontade de relaxar e pensar em coisas boas. E é o que vai acontecer hoje, em Ovar, com estes meninos a animar a minha alma.
Com amigos por perto, não conheço melhor programa!
Divirtam-se pessoas.

[Tribeland]: free minds come together

7.5.15

Não costumo trazer muitas vezes para aqui o trabalho que faço no Muda de Página, porque aqui eu sou uma blogger que falo de coisas, triviais ou não, que me apetece e só quando me apetece. Nunca quis que este espaço fosse exemplo do que quer que seja para ninguém, porque eu com certeza não o sou e este é, acima de tudo um espaço pessoal.
Manter a minha identidade e diversão nos posts que aqui faço, implica para mim, não seguir grandes regras ou políticas, nem ter de pensar ou planear demasiado para manter um blog.

Mas sinto e sei que poderia haver muita coisa a dizer e acrescentar e que a minha contribuição poderia ser interessante para algumas pessoas.

É por isso com muito gosto, que vos comunico que vou estar numa outra plataforma, a falar de coisas um pouco diferentes das que trago aqui, e com uma companhia que admiro muito.
O blog chama-se Tribe Land, é da Filipa Simões e o grupo de pessoas que vai contribuir com textos, imagens e posts, parece-me muito interessante:

Tenho a certeza que neste espaço vão surgir temas e debates muito interessantes que podem agradar a muitos dos meus leitores e por isso ficam aqui os links para seguirem a Tribo lá na sua terra:
blog
facebook

Blog com design da Lance Collective e do Muda de página.

quando o assunto é sério

6.5.15
Quando alguém que conhecemos tem uma doença, daquelas bem sérias, é normal não fazermos a menor ideia do que dizer.
Há pouco a dizer de facto, talvez algumas coisas a fazer, mas todas elas difíceis de levar a cabo, porque quando alguém que não somos nós está doente, nós temos tendência a reflectir o que essa dor faz em nós, não é sobre nós, mas acaba por ficar a ser, porque temos todos grandes umbigos.

Mas o mais incrível é o que algumas pessoas acabam por dizer. Coisas que não lembram a ninguém, e que naquele momento quando as ouvimos apenas conseguimos fazer aquela expressão de WTF.
Sabemos que as pessoas não fazem por mal, que a intenção é boa, mas há momentos em que apenas apetece espancar alguém.
Por outro lado o silêncio é ausente, se forem pessoas afastadas, tudo bem, vivemos bem sem elas, mas as que são próximas, se fugirem quando um drama acontece nas nossas vidas, é doloroso.

Vi estes cartões hoje no Bored Panda e reúnem algumas das frases que para mim (que já acompanhei durante bastante tempo uma doença terminal na família) fazem sentido. Frases verdadeiras, directas e com algum humor qb.

Estes cartões foram criados por Emily McDowell, uma artista que sobreviveu a um cancro e que diz:
“I created these empathy cards for serious illness because we need some better, more authentic ways to communicate about sickness and suffering”
“The most difficult part of my illness wasn’t losing my hair, or being erroneously called ‘sir’ by Starbucks baristas, or sickness from chemo,” McDowell writes on her blog. “It was the loneliness and isolation I felt when many of my close friends and family members disappeared because they didn’t know what to say, or said the absolute wrong thing without realizing it.” Hopefully, these warm, funny and beautiful cards will help you avoid that same mistake!


uma catálogo para folhear com muita atenção

5.5.15

Há coisas que devem ser partilhadas e faladas e combatidas até à exaustão, esta é uma delas!

"A APAV lança hoje uma campanha de sensibilização contra a violência doméstica. A campanha de alerta, desenvolvida pela agência FCB Lisboa, vai chegar por correio a alguns lares portugueses em forma de catálogo.
O catálogo chama-se “Home” e parece, à primeira vista, um álbum de móveis para venda. Mas na verdade este é um catálogo para folhear de olhos bem abertos, para acordar consciências. O catálogo inclui histórias verdadeiras, traduzidas em estatísticas da violência praticada em ambiente doméstico no nosso país em 2014. A violência doméstica é um problema transversal: afecta sobretudo mulheres, mas também homens, crianças, pessoas idosas. O foco da campanha nos espaços comuns do interior de uma casa de família e em objectos do quotidiano chama a atenção para a proximidade do problema. “Os números neste catálogo precisam de diminuir até 2016”. Eis uma meta clara, em tom de imperativo, como resposta aos dados alarmantes de 2014. No ano passado 48 pessoas morreram no âmbito da violência doméstica no nosso país, entre as quais 43 mulheres.

O catálogo está disponível online - em www.apav.pt/catalogohome2015 - e pode e deve ser partilhado, para lembrar que a violência doméstica pode estar muito próxima.
A APAV, através da sua rede nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da Linha de Apoio à Vítima (116 006), apoia todas as pessoas que sejam vítimas de crime, prestando apoio jurídico, psicológico, emocional e social.

www.apav.pt/catalogohome2015

ela

3.5.15

Para mim o dia será sempre dela.
Do seu sorriso, da sua força, do seu cheiro.
Tivemos dias difíceis, mas muitos mais dias bons, estar ao lado dela foi sempre tudo o que era necessário, nunca faltou nada, mesmo faltando.
Linda como só ela.
Saudades.

I could live here

19.4.15
Quem lê o meu blog sabe que tenho uma coisa por casas. Não tanto pela decoração, mas mais pelo viver, pela luz e pelos materiais.
Esta casa deixou-me sem palavras.
Posso dizer perfeita, esta casa é mesmo perfeita.
Uma recuperação inigualável, no coração do Porto, a luz, os materiais e a simplicidade com que todas as divisões foram recuperadas mantendo a essência original da casa.
A cozinha. Ai, a cozinha.


(todas as fotografias são da Homelovers Porto e esta casa está lá para alugar, a quem estiver interessado!)

A Velhinha que fuma

18.4.15
A 'velhinha que fuma' é uma web série de 4 episódios, realizada no Porto que segue "um dia de ressaca de dois amigos de longa data,­ Ivo e Mauro. Entre conversas nostálgicas e desconversas construtivas sobre como fazer bons crepes e o anão de "Guerra dos Tronos", os dois amigos dissecam a fase da vida que atravessam.
Com realização de Francisco Lobo, a série é protagonizada por dois nomes habituais do teatro do Porto, Afonso Santos e António Parra (também argumentista da série) e conta com a participação especial de Paulo Calatré."
(texto daqui)

Uma web série que me manteve sempre atenta à espera do próximo episódio.
Com um bom sotaque do Porto retrata a amizade entre dois rapazes, de forma tão real, que parece que já os conheci em algum lado:)
Vale a pena ver os 4 episódios aqui.
Para já, fica aqui o primeiro:


yoga na granja

14.4.15



Não permitas que as tralhas da mente te disfarcem a visão que vê a beleza primária. 
(frase da Maria João, foto de Oleg Oprisco)

A minha cabeça anda sempre cheia de coisas, agendas, frases, ideias, imagens, alegrias, desilusões, aflições e atrapalhações.
Ela não pára, quando eu lhe digo para relativizar ela diz que sim, mas continua na sua, sempre a funcionar.
E eis que, há excepção da noite, em que durmo como se não houvesse mais mundo, tenho uma imensa dificuldade em relaxar, em sossegar a mente e as ideias.

Pois agora há um sítio e um método que conseguem fazer isso com a minha cabeça, chama-se Yoga na Granja, fica aqui bem perto de casa e do mar e tem a professora mais inspiradora e simpática que já conheci: a Maria João.

Nas poucas aulas que vou (e esse é o meu grande problema!) tudo pára. Entramos na porta daquela casa linda e mágica e o mundo pára para respirar.
É um espaço simples e acolhedor a todos, não interessa se és uma 'pro' do yoga, se tens 20 ou 60 anos, se estás lá para melhorar a boa forma, para respirar ou ouvir música, qualquer pessoa é bem-vinda e consegue com facilidade acompanhar as aulas da Maria João.


Tenho a certeza que para quem vive para estes lados este pode ser um sítio muito especial e por isso resolvi partilhar aqui, pois sei que desse lado há outras tantas cabeças inquietas, corpos adormecidos, a precisar de um momento para si.

E se há coisa que gosto de fazer neste espaço é partilhar com quem me lê experiências e opiniões e esta é uma das melhores coisas que decidi fazer nos últimos tempos.

Pedi autorização à Maria João para fazer o post e aproveitei e fiz-lhe algumas perguntas para ficarem a conhecer melhor o Yoga na Granja. Cá vai:

1 · Quando começaste a praticar yoga e porquê?

Pratiquei pela primeira vez há cerca de 8 anos, porque parecia que a palavra yoga me chamava. No meio da cidade caótica em publicidade havia uma mais insignificante que dizia yoga e na qual estranhamente me focava. Mas não gostei da primeira aula de Yoga, fiquei até com dores de cabeça. Em 2010 resolvi insistir só mais uma vez e nunca mais larguei!

2 · De que forma o yoga influencia a tua vida?

Acaba por estar presente em todas as minhas acções conscientes já que é ele que me ajuda a desenvolver a consciência no presente.
Assim, a cada instante, convivo comigo própria numa relação mais transparente, mais saudável, aproximando-me da minha natureza interna...e isso é Yoga!

3 · Que tipo de pessoas vem aprender no yoga na granja? O que achas que procuram nas tuas aulas? 

É engraçado que temos pessoas diferentes todas procurando um momento de pausa com paz, um encontro com a sua serenidade. Essa serenidade fica bastante imperceptível na agitação quotidiana, e faz falta a toda a gente.
Cada vez mais se propaga a consciência da necessidade da integração corpo / mente e esse fenómeno evolutivo traz gente sorridente e de todas as idades! É fantástico..


4 · Geralmente quem está de fora associa o yoga a pessoas muito saudáveis e...magras. O yoga é para todos? 

É, de facto há essa tendência.
Mas repara como os conceitos são perecíveis e culturais: a ideia de que o Yoga é para todos é uma interpretação ocidental porque na sua origem Indiana o yoga era apenas para os sadhus, homens que dedicavam a sua vida ao caminho espiritual isolando-se em grutas ou florestas. Sim apenas homens, não mulheres!
Hoje, existe a ideia que Yoga é para todos e se fores a uma aula de Yoga o mais provável é haverem mais mulheres que Homens.
Quero com isto dizer que, como tudo, esta sujeito a interpretações culturais e a magreza não tem a ver só com o Yoga mas com um estereotipo cultural de beleza que deve ser interpretado com alguma distância. Absolutamente, não é necessária nenhuma condição para praticar Yoga, seja ela física, ou de outra Natureza. Esta é minha sincera opinião.




5 · O que pode um iniciante como eu, que tem dificuldade em chegar com as mãos aos pés esperar das tuas aulas?

Não deverá esperar nada para ser sincera. O Yoga é um caminho de auto-conhecimento, que por si só traz equilíbrio e bem-estar mas todas as aspirações, objectivos ou ânsias que possam interferir com esse processo são um obstáculo ao mesmo.
Há coisas que não fazem sentido se o objectivo final estiver á frente da vivência. É como querer por o carro á frente do Boi, simplesmente não anda! O Picasso não pintava porque queria ser “um Picasso”, pintava porque provavelmente `sentia-se` a pintar, vivenciava o processo.
Do Yoga não esperes ter um corpo exemplar nem mesmo saúde, chegar com as mãos nos pés nem controlar a respiração ao ponto de a suste-la durante 1 minuto. Será uma prática de Yoga mais autêntica se o praticante decidir encarar as ânsias de conquistas com leveza e entregar-se ao momento de integração, usufruindo do corpo como ele é naquele momento, aceitando-o e estimando-o.
Então neste caso a vivência de um momento de encontro com o silencio interior é só o que se deve esperar do Yoga, nada mais.
Os resultados, as conquistas.. naturalmente virão alguns, outros não.


#bestyogapractice #yoganagranja #theroadtosomewhere

· Yoga na Granja ·

Facebook
E-mail: yoganagranja@gmail.com
EM BREVE: aulas de Yoga para Crianças!

[instagram favourites]: yasminemei

13.4.15

As flores são elementos universais de beleza e boas energias.
Quem não gosta de flores?
Mas saber juntá-las da melhor forma é uma arte que alguns dominam com mestria.
A Yasmine é uma delas.
Seguir o seu Instagram deixa-nos a todos mais bem-dispostos e floridos!
instagram.com/yasminemei

100 anos

7.4.15
Hoje faria 100 anos uma das minhas cantoras favoritas de todos os tempos, a Billie Holiday.

about time

6.4.15
Podia ser mais uma comédia romântica com sotaque britânico. Ou se calhar é mesmo.
Mas para mim, houve qualquer coisa que me fez gostar deste filme.
Não podia ser uma comédia romântica qualquer que recebe como banda sonora a Cat Power, o Nick Cave, os Cure, entre muitos outros.
Bem como não é um filme romântico qualquer que nos põe a pesar com tanta precisão a vida e a morte.
E se pudesses viajar no tempo para o passado e viver tudo de novo, mas de forma diferente?
O que mudavas?
Quem reavias?

about time



pegada colorida

28.3.15

Diz que o Pharell Williams andou por aí a pintar sapatos. E não poupou nas cores. Não será uma sapatilha para toda a gente, mas claramente uma sapatilha para cada um de nós.

A Rita e Sónia já andaram por aí a fazer das suas, e deixaram muito boa gente a babar por um passinho de dança em tons de arco-íris. Eu incluída!

[e não, este blog não se passou a dedicar a posts esporádicos sobre sapatos, mas claramente anda a precisar de um pouco de sol e cor nos seus dias].

Um vídeo publicado por Sónia Sapinho (@soniasapinho) a

flower power

22.3.15



Sei que há por aí uma legião de fãs das Vans. Eu nunca fui uma delas, e sempre gostei mais de as ver nos homens.
Mas o padrões e cores com que elas se apresentam não me deixam indiferente. Estas das flores andam a tentar-me para dar o pontapé de saída à Primavera.
Giras, não?

Corte da lua

20.3.15
Uma foto publicada por Coração Alecrim (@coracao.alecrim) a

Desde o Verão que o meu cabelo entrou em declínio.
Depois da trombose e quando comecei a tomar a medicação o cabelo começou a cair aos magotes pelo ralo da banheira abaixo. A determinada altura numa fotografia reparei que se via o topo do couro cabeludo em cima. A coisa estava mesmo feia. Já não tinha cabelo comprido, mas sim uns fios pendurados que eu insistentemente mantinha presos no topo da cabeça.
Cortei. Mas não foi solução. Não estava satisfeita com o corte, mas acima de tudo com o aspecto do cabelo que estava cada dia pior. Pouco e muito fino, sem brilho, começou a ganhar oleosidade, coisa que eu nunca tive e a única ideia que me passava pela cabeça era rapar tudo.

Até que no outro dia vi no FB do Coração Alecrim o Corte da Lua, feito lá pela Branca Savedra. Não fazia a menor ideia do que aquilo era, mas tentar não custa e sinceramente já não havia muito a perder.
Contactei a Branca e fiquei a perceber um pouco mais sobre o método. Percebi que respeitava o ciclo da Lua e que em cada uma das fases haveria um objectivo de saúde capilar.



Depois o próprio método que a Branca usa, com cortes muito pequenos e sempre perpendiculares à raiz do cabelo, em que todo o cabelo é meticulosamente cortado, não tem como objectivo nenhum tipo de styling mas sim encontrar e respeitar a forma original do cabelo deixando-o crescer na forma que lhe é mais natural.
Fiz há 2 dias atrás, não sei se vou ou não obter resultados (há depois outros cortes a fazer noutras fases), mas o que é certo é que a função placebo já está a funcionar porque já o vejo mais bonito. Deixei de usar produtos de styling e o shampoo que uso neste momento é de plantas, sendo que pretendo espaçar as lavagens que neste momento são excessivas.
Se há um cabelo natural bonito porque havemos de estar sempre a tentar fazer dele aquilo que ele não é?
Se estiverem interessados em saber mais sobre o método, contactem a Branca através do mail: branca.saaba@gmail.com


Achados de Domingo

15.3.15
#achadosdedomingo Voltou o sol e com ele a vontade de passear entre vendedores de velharias ao Domingo.
E hoje havia coisas tão bonitas. Entre panos e toalhas e umas chávenas e pratos que já me arrependi de ter deixado para trás.
Mas onde vou colocar tanta coisa? Não pode ser...
Mas a estes não resisti.
As cadeiras dos senhores que vendem nestas feiras deixam-me tão intrigada. Estes padrões! Alguém sabe se ainda se arranjam?

Agora sim, sem filtro:) #achadosdedomingo#achadosdedomingo#cadeirasdefloresportuguesas onde andam vocês que só vos vejo nas bancas das feiras de velharias?#cadeirasdefloresportuguesas #velharias #vintage#cadeirasdefloresportuguesas #vintage #velharias

dias agitados

13.3.15

Esta foi uma semana agitada, cheia de trabalho que parece que não flui, por mais que me esforce, que tente fazer mais e melhor, as coisas não acontecem com a velocidade que eu gostaria.
Talvez porque nunca considere todas as variantes do meu dia, a família, os amigos, a minha vida pessoal e espere que um trabalho independente funcione como uma empresa, em modo engrenagem, não funciona. É preciso aceitar e ajustar, para não estar sempre em sofrimento com expectativas que vão para além da capacidade de duas mãos e uma cabeça.

Os últimos posts ali de baixo não ajudaram porque andei em baixo com todas as histórias tristes que chegaram até mim, e porque o medo esteve sempre presente na minha cabeça. Se já há algum tempo não pensava no que me tinha acontecido, estes dias fizeram-me tremer.

Mas acabei a semana da melhor maneira, a fotografar um sítio que me é hoje muito especial, cheio de boas energias, lindo de morrer, e com pessoas muito especiais. Nestes momentos tenho pena de não ser melhor fotógrafa para vos mostrar aquilo que os meus olhos vêem que geralmente é mais bonito do que o consigo trazer até aqui.
Para a semana levo-vos lá com algumas fotos e palavras sobre este sítio especial.

Até lá um bom fim-de-semana para todos.

mitos

8.3.15
“Acho que era a Sylvia Plath que estava convencida, por volta de 1950, que para escrever romances era preciso ter amantes e fazer viagens. É um mito, isso dos amantes e das viagens. Pode-se ser feliz e escrever romances sem ter amantes e se fazer viagens. Mais importante que amantes e viagens é ter um espaço próprio, um domínio, um território, uma casa, pelo menos um quarto com privacidade, como muito bem viu Virgínia Woolf” [Adília Lopes]



São blogs destes e escritas destas que me deixam entusiasmada e expectante com o que uma determinada página pode despertar em mim. Às vezes há palavras que estão tão próximas que quase lhes consigo ouvir a respiração. Reconfortam, revoltam e apaziguam.
Escrever de forma tão despretensiosa e ao mesmo tempo tão valiosa é um dom de poucos.
É o Ana de Amsterdam, a ler.

o ballet sai à rua

2.3.15
A Oysho (inteligente) resolveu pegar nas intemporais e elegantes peças de dança e trazê-las para as mãos e corpos de mulheres que nunca pisaram um palco em pontas.
E está muito bem conseguida a colecção sim senhora.
Comigo o ballet vai direitinho do palco e das salas de ensaio para a rua, porque já me vejo com algumas destas peças conjugadas com a minha roupa normal ou nas minhas aulas de yoga.
Palmas!

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